Bolsonaro pede ‘voto auditável’, chama Barroso de ‘comunista’ e diz que Aécio venceu em 2014

Foto: Reprodução / Youtube

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a pedir a implementação do “voto auditável” e atacou o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso. Bolsonaro participou de sua live nesta quinta-feira (17), ao lado do deputado federal Capitão Victor Hugo (PSL).

“Chega coisa para a gente, é difícil você comprovar, pessoal usa cola em tela na votação em locais mais humildes. Colocam uma cola no 1, e as pessoas não votam no 17. Quero que façam um trabalho no Brasil: nessa sessão, nenhum candidato com número 7 teve voto, porque colocaram um pingo de cola. Eu mais do que desconfio e tenho convicção de fraude. Que venhamos disponibilizar um dia, as informações é de que em 2014 o Aécio ganhou as eleições. Em 2018 eu ganhei no primeiro turno. Falam que nunca viram ganhador reclamar, eu estou. Quero transparência. Vai custar R$ 2 bi, arranjamos com o Guedes”, disse. 

Sem apresentar provas, o presidente comentou que não só as eleições para presidente podem ter sido fraudadas. “Pode ter para senador, deputados. Eu respeito a constituição. Eu ouvi o ministro Barroso aprovar uma lei, não é lei é PEC. Se um quorum aprovar a PEC e o Barroso diz, se não for judicializado teremos voto eletrônico. Não, Barroso. Teremos eleições sim, com voto auditável. Respeito total ao parlamento. Ai vai um ministro e uma canetada não vai ter? Vamos respeitar o parlamento”, acrescentou.

O presidente também citou a postura do presidente do TSE, no julgamento de uma liminar para impedir “medidas administrativas ou judiciais que resultem em despejos, desocupações, remoções forçadas ou reintegrações de posse” e chamou o ministro de “comunista”. “Teremos dúvidas, pode um lado ou outro não aceitar. Ou a preocupação é voltar com o presidiário. Ele está rodando o Brasil negociando cargos. O que queremos é a certeza do voto”, finalizou.

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